quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Pode ser


pode ser num fim de tarde. num sítio qualquer. as coisas mais tristes. as mais alegres. todas em qualquer hora e sem aviso.

acontecem assim. (quantas vezes as sabemos já e adiamos julgando assim matá-las. que inocentes, somos.)

despediu-se e nem dei conta . diz que voltará um dia.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Meu corpo


‎"Meu corpo é um mar morto, onde já nada se afunda.
feito de lágrimas
em sal." dizes-me.

E minhas mãos de água morna, dissolvem-te os silêncios
argamassa
que há em ti.

O vento, meu amor,
carícia antiga,
abraçar-nos-á!

domingo, 28 de agosto de 2011

Despedida


Uma despedida doce, de colos e sorrisos temperados, com palavras a lembrar tempos que nunca serão passado.

sábado, 27 de agosto de 2011

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Na união

Minhas mãos peregrinas só sabem os caminhos do altar do teu corpo onde se celebra o nosso amor na união com as tuas.