do arregalado peito, o sopro onde guarda os últimos tesouros. nesta força de gente pequena, sobra a vontade que lhe rebenta os olhos na ânsia de um tudo-nada, abraçar. agora, que tudo lhe tiram, os sonhos, dormem também noutros lugares. restam-lhe os gritos que embala até o balão rebentar.
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